Ituiutaba, 05/05/2026

Rodrigo Pacheco ganha prêmio de consolação e será o indicado de Alcolumbre ao TCU

Publicado por Vigilante do Povo em 05/05/2026 às 5:38

 

 

 

 

 

Entre refregas e alianças, Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), têm interesses em comum

 

 

 

Com base em informações de maio de 2026, a possível indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para o Tribunal de Contas da União (TCU) é ventilada como um “prêmio de consolação” após o seu descarte para uma vaga no STF, sendo articulada no contexto das vagas do Legislativo.

Mas, segundo a colunista do Estado de Minas, Bertha Maakaroun, jornalista, pesquisadora e doutora em Ciência Política, Nem STF, nem TCU, o dilema de Pacheco é Minas. Ela afirmou na sua coluna de hoje:

 

“Depois do caso Jorge Messias, o grupo político alinhado ao senador Rodrigo Pacheco (PSB) aguarda que o governo Lula reagrupe a sua base política no Congresso Nacional, em particular no Senado. Essa é uma condição para que o senador defina se será candidato ao governo de Minas. A leitura é de que, se concorrer no estado, é esperada a sobreposição do voto em Lula e em Rodrigo Pacheco. Interlocutores do senador reiteram, conforme o próprio Pacheco já declarou, que o Supremo Tribunal Federal (STF) é “página virada”. Contrariamente à boataria que circulou nesta segunda-feira, Pacheco tampouco tem intenção ou projetos para o Tribunal de Contas da União (TCU). Indicado pelo Senado, aos 47 anos, o ministro Bruno Dantas segue no TCU, embora muito tenha sido dito de seu projeto para o STF – o nome dele foi cogitado para a mesma vaga aberta pela aposentadoria de Luís Roberto Barroso. Ao que tudo indica Br”uno Dantas, neste momento, não irá para a iniciativa privada. Portanto, segue na cadeira.

“O único dilema de Rodrigo Pacheco neste momento é se irá concorrer ao governo de Minas ou se afastará da vida pública, retomando o seu escritório de advocacia. É dilema de foro íntimo, por um lado. Mas, por outro, considera as circunstâncias políticas. A decisão de concorrer passa pelo desempenho do governo federal. Sem recomposição da base e da governabilidade, Lula teria dificuldades de aprovar pautas, consideradas vitrines, como o fim da escala 6×1.

 

 

Aqui estão os pontos principais sobre essa movimentação:

 

Vaga no TCU: Pacheco é visto como um nome forte para assumir uma vaga no TCU, especificamente no lugar do ministro Bruno Dantas, que estuda ir para a iniciativa privada.

 

Articulação do Legislativo: A indicação seria articulada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, como uma forma de valorizar Pacheco após o desgaste na corrida pelo Supremo Tribunal Federal.

 

Contexto Político: O nome de Pacheco ganhou força após ele ser preterido por Lula para a vaga no STF, especialmente após a rejeição da indicação de Jorge Messias, votação que gerou atritos entre o governo e o Senado.